Para viver é preciso se expor, ser passivo-ativo as mudanças

Um ser na contramão
Como fugir das normas quando elas estão em nós? E ao mesmo tempo nos engolem.
Já não se sabe quem é quem.
Eu, tu, nós.
Sei que vou sobreviver, as razões do normalismo, do senso comum, do convívio. Mas pra quê? Por que?
Talvez eu seja realmente o mesmo que tu, nós.
Porque então algo aqui dentro suplica um caráter singular de ser no mundo. Por existir. Por viver e sobreviver às desbotadas convenções de hoje e sempre?
Eu sou um ser na contramão.


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